Se na primeira parte do nosso especial revisitamos histórias que marcaram nossa formação, hoje seguimos esse caminho: recordar para reconectar.

Alguns livros não passam pela nossa vida — eles ficam.

Eles nos incomodam, nos fazem pensar, questionar… e, muitas vezes, enxergar o mundo de forma diferente.

Cortiço – Aluísio Azevedo

Quem já leu O Cortiço dificilmente esquece.

A obra nos apresenta um retrato intenso da vida em comunidade, com personagens cheios de conflitos, desejos e contradições. Não é uma leitura “leve”, mas é extremamente rica. O livro nos provoca a observar o comportamento humano, as influências do meio e como as relações moldam quem somos.

É aquele tipo de leitura que, mesmo depois de terminar, continua ecoando.

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O Primo Basílio – Eça de Queirós

Já O Primo Basílio nos leva para outro cenário, mas com a mesma força de reflexão.

Com uma narrativa envolvente, o livro aborda relações, escolhas e consequências de uma forma que prende o leitor. A história de Luísa nos mostra como decisões aparentemente pequenas podem tomar proporções inesperadas — e como o cotidiano pode esconder grandes conflitos.

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São leituras que vão além da história.

São experiências.

Se queremos formar leitores, precisamos continuar sendo leitores.

Raiz Reflexiva🌳

1. Já reli algum livro da minha juventude com o olhar de hoje?

2. Que tipo de leitor eu me tornei ao longo do tempo?

3. Estou mostrando, na prática, que a leitura faz parte da minha vida?

Texto: Equipe Carrossel Letrado 🎠

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