
Ao longo desse especial, temos revisitado livros que não apenas lemos — vivemos.
E hoje, seguimos nesse caminho com duas obras que, de formas muito diferentes, nos tocam profundamente: Iracema e A Hora da Estrela.
Dois clássicos.
Duas leituras.
Duas formas de sentir.
Iracema – José de Alencar

Iracema: a leitura que nos conecta à origem
Em Iracema, somos levados a uma narrativa poética, marcada pela natureza, pelo encontro de culturas e por sentimentos intensos.
Não é apenas uma história de amor.
É um mergulho na construção da identidade, nas raízes do nosso país, na forma como o passado influencia quem somos hoje.
É uma leitura que exige calma.
Que convida o leitor a desacelerar e apreciar cada palavra.
E talvez seja exatamente isso que a torna tão especial.
Conhecer mais detalhes da obra👇
Hora da estrela – Clarice Lispector

Se Iracema nos envolve com sua poesia, A Hora da Estrela nos desconcerta.
A história de Macabéa é simples — e ao mesmo tempo, profundamente impactante. Uma personagem silenciosa, quase invisível, que nos faz refletir sobre existência, dignidade e olhar para o outro.
É aquele tipo de livro que não termina quando acaba.
Ele fica.
Fica no pensamento.
Fica no incômodo.
Fica na pergunta.
Conhecer mais detalhes da obra👇
Raiz Reflexiva🌳

1. Já reli algum clássico com o olhar que tenho hoje?
2. Que tipo de leitura me toca mais: a que acolhe ou a que provoca?
3. Estou criando espaço na minha rotina para ler por mim — e não apenas pelas crianças?
Texto: Equipe Carrossel 🎠
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